Não há dúvida de que em bom editorial há de haver conteúdo condizente com o propósito; e fazer-se entender por meio da escrita impressa é alcançar um objetivo. Nem sucinto nem loquaz, estes meios de comunicação valorizam-se com imagens, diagramação e boa impressão. Saber quem é o público a ser informado não pode ser ignorado, pois, com a posse desta informação, as palavras serão digitadas de forma a serem compreendidas por eles. Enxurrada de pleonasmos, redundâncias e vocabulários sem nexo com o intelecto ou formação do receptor fadiga o cérebro e o leva a exaustão, interrompendo, assim, a receptividade da leitura e das informações, dificultando a compreensão. Esta forma não informa, repugna. Resumindo, comunicar é externar pensamentos, fatos e opiniões de forma a serem compreendidas; e isto é dom, é arte.